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Como escrever um texto Publicitário Eficiente



1.Seus argumentos devem ser convincentes
Se o seu texto não tiver a força necessária para convencer o público, ele ainda não está pronto para ser usado.







2.Pesquisa é fundamental
Para escrever um material publicitário, você deve saber muito bem para quem está escrevendo, deve conhecer os atributos positivos e negativos do produto e/ou serviço que irá vender, deve saber como e porque as pessoas compras um determinado produto e principalmente, do que esses consumidores precisam na hora que optam em adquirir esse produto.





3.Seja humilde
Embora seu produto possa ser o melhor do mercado, assumir na redação um tom arrogante, afastará as pessoas. Trate seu consumidor com respeito e igualdade. Você deve ser digno de recebê-lo, uma vez que depende dele para ser um sucesso de vendas
O título é responsável por 80% do seu sucesso
Um bom título é fundamental para que a sua campanha dê certo. Se você está buscando ser perfeito em um único lugar, seja aqui. Escreva uma chamada matadora e que funcione.
Aqui está como:
• Use modelos de títulos, que são baseados nas chamadas que já funcionaram no passado.
• Comece com um benefício forte, fazendo o target querer ler mais.
• Se puder, faça um teste colocando a chamada, tirando a chamada, aumentando o preço e assim por diante para ver o que funciona melhor.




4.Não perca a objetividade
Ser engraçado, original e inovador, nem sempre dá certo.
As pessoas provavelmente estão com pressa, dando uma olhada antes de continuar fazendo outra coisa. Se o seu argumento não é imediatamente óbvio, podem não entender o que você escreveu e daí perdê-los para sempre.
Se você quer que as pessoas comprem, você precisa que elas vejam o seu produto em suas mãos e que sejam capazes de visualizar como isso poderá melhorar suas vidas. O resto é secundário.




5.Explique porque deveriam comprar.
Você já fisgou eles com a chamada, e você está dizendo a eles tudo sobre o produto, mas  antes que eles decidam comprar de você, eles querem saber uma coisa:
Por quê?
Por que o produto é importante? Por que é um bom negócio? Por que deveriam ficar interessados? Por que deveriam comprar de você? Por que deveriam comprar agora, em  vez de mais tarde? Por que deveriam acreditar em você?




6.Então informe.
Seu texto é importante. Trate-o desta forma.
Os melhores textos tomaram tempo e energia de seus redatores. Alguns demoraram até semanas para serem produzidos, outros, meses. Isso não acontece porque os profissionais são lentos, mas sim porque dão a real importância ao valor que um texto tem.

Você está comprometido com este tipo de excelência?





Desejamos sucesso a todos!

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Autor: Adriano Oliveira 
Fundador e Editor-chefe do Acervo Publicitário, formado em Publicidade e Propaganda pelas Faculdades Integradas de Bauru (FIB), Casado, trabalha como Profissional de Marketing B2B no segmento de engenharia mecânica, tem especializações em Design, Marketing Digital e eventos industriais. "Compartilhar o torna mais do que você é. Quanto mais você der para o mundo, mais a vida poderá retribuir." (Jim Rohn)
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8 dicas para um bom texto publicitário


Texto curto ou texto longo?
Muita gente – por achar que as novas gerações de consumidores representam o que não se poderia chamar exatamente de letradas, por seus níveis insuficientes de leitura e crescente apego à imagem – acredita que textos publicitários devam ser curtos ou, até, inexistentes.
É o pessoal que advoga a comunicação eminentemente conceitual, seja lá o que isso signifique. Por falar nisso, existe um “conceito” por aí que diz que a atual geração (nascidos nos anos oitenta e após) é predominantemente formada por Xers (leia–se écsers), isto é, a turma do X, das opções por múltipla escolha, da linguagem de videogame, em suma, gente que não gosta de ler e quer receber a informação já mastigada, prontinha para digestão. Esta rapaziada estaria em contraposição aos boomers, no caso eu, nascido no boom populacional da década de 1950, e meus contemporâneos, os quadradões que estudaram filosofia e latim no colégio e foram obrigados a ler na marra Machado de Assis e demais expoentes da literatura em língua portuguesa.




Se partimos deste princípio de Xers, boomers, geração isso, geração aquilo, corremos apenas o risco de alimentar preconceitos que, como já vimos, são puro veneno para a boa comunicação. O que é indispensável é conhecer bastante bem o público–alvo para falar com ele de modo a mais facilmente persuadi–lo para as virtudes do produto anunciado. Em outras palavras, faça seu texto publicitário do tamanho que você achar que deve fazer e em função do que o seu feeling disser.






Use palavras simples
 Nada desse negócio de querer ganhar o Prêmio Nobel de literatura com um anúncio. Embora devamos respeitar a inteligência do Sr. Target, temos a obrigação de lembrar sempre que a simplicidade, no caso, é a mãe dos resultados. Anúncios, embora valham–se de texto e arte, não são obras artísticas a priori; são peças construídas em função de uma expectativa de vendas! Daí, a necessidade da simplicidade, o que não nos desobriga do bom gosto e dos argumentos inteligentes.
O Sr. Target não é uma pessoa só, são milhões de pessoas com bagagens culturais e vocabulários necessariamente diferentes, então não podemos nos arriscar com o uso de termos estranhos àquilo que consideramos o conhecimento do homem médio.




Coloquial é bom
Propaganda é, por definição, um ato de persuasão. E ninguém melhor para nos persuadir do que um amigo próximo, certo? A linguagem coloquial representa exatamente alguém próximo, em quem podemos confiar. O produto passa a ser esse alguém em quem podemos confiar!
Claro que não se trata, principalmente no caso da mídia eletrônica, daquele locutor com voz de travesseiro sussurrando no ouvido do Sr. Target. O coloquial, aqui, tem o sentido de proximidade, mas – atenção! – tenha sempre muito cuidado na escolha das idéias, e das palavras que as expressarão, pois, por falarmos com grupos, não iremos nos arriscar a ofender as suscetibilidades individuais de quem quer que seja, por mínima que possa parecer esta ofensa.  




Informativo   
É evidente que tudo depende das circunstâncias, do briefing específico, mas não poderemos jamais relegar para segundo plano o caráter informativo que o anúncio deve ter sobre características e virtudes do produto.
Se o produto tem algum ingrediente inédito, por exemplo, explique o que é e para que serve. Se houver espaço e oportunidade, mostre como este ingrediente age.
Se o produto ou serviço incorpora alguma nova tecnologia, estude–a o suficiente para estar seguro de que seu texto é realmente esclarecedor.
Algum benefício ou alguma promessa muito facilmente identificáveis devem estar claramente estampados lá no anúncio. Nada de rodeios, e nada de presumir que o Sr. Target vai entender suas intenções geniais, porém ocultas. Clareza e conteúdo na informação é metade do sucesso garantido!




E nada de preguiça

O publicitário, particularmente aquele que trabalha em Criação, é sobretudo um artesão. Por isso, fazer um      bom texto publicitário também é buscar a perfeição. Tá bom, raras vezes isso é possível, porque o  Atendimento e o cliente não saem mesmo do pé, ficam enchendo o saco, querem tudo para ontem, etc. Mas, quando dá, é seu dever como redator brincar com o texto até a beira da exaustão. Pesquise, vá à biblioteca mais próxima, vá à internet, procure literatura e referências sobre o tema. Escreva e reescreva o anúncio mil vezes, troque palavras, experimente sonoridades, mude as abordagens, tente o humor, tente o sentimentalismo, tente o apelo à razão, tente idéias antagônicas, tente o escambau… pois sabe–se lá qual poderá ser o resultado. Tire a primeira frase, se não fizer diferença, é porque ela estava a mais; continue fazendo o mesmo com as demais frases.
Faça isso também com algumas palavras, e preste muita atenção aos vícios de linguagem, coisas como “vai estar fazendo” em lugar de um simples “fará”, ou “temos a certeza” em vez de “temos certeza”.
E para matar a pau, enxugue ao máximo textos e idéias, porque a síntese na sua comunicação é o pulo do gato da Propaganda eficaz.   



               

Invente! 
O bom texto publicitário deve, enfim, ser trabalhado como se trabalha na confecção de um mosaico, unindo peças (as palavras) as mais variadas para obter um resultado surpreendente. Eis mais uma razão para se esforçar continuamente no desenvolvimento de um bom vocabulário, coisa que se obtém, nunca é demais lembrar, pelo exercício constante da leitura de todos os gêneros literários e de tudo que possa estar ao seu alcance. 
Uma coisa eu garanto: o texto que nascer depois de muita transpiração do redator será, certamente, um ótimo texto publicitário.



Cuidado com redundâncias
As redundâncias de texto/imagem ocorrem, mais freqüentemente, no filmes publicitários, e são um desperdício de recursos. Exemplo: a imagem mostra uma maçã. E o texto diz: maçã.
Agora vejamos de outra forma. A imagem mostra uma maçã e o texto diz: a tentação do sabor. Faz muita diferença, não?
Evitar a redundância significa ganho de tempo e de espaço que poderá ser utilizado para o desenvolvimento de algo mais, como um novo argumento, uma idéia acessória, etc. Se, num filme de trinta segundos, por exemplo, tivermos redundância texto/imagem, teremos aí os mesmíssimos trinta segundos de informação. Mas se o texto ocupar trinta segundos com a informação X, e a imagem ocupar trinta segundos com a informação complementar Y, o filme continuará com trinta segundos de tempo, mas com sessenta segundos de informação. Pura malandragem para fazer o anúncio crescer; é fermento de publicitário!
Um outro cuidado a se tomar é evitar o reaproveitamento do mesmo texto para diferentes mídias (muita gente apela para este recurso). Isto, porque diante de cada mídia o comportamento do Sr. Target poderá alterar–se, e um texto que eventualmente funcione bem na TV talvez não repita o mesmo desempenho no rádio. Finalmente, se for o caso, radicalize no combate à redundância: elimine o texto e veja se a imagem fala melhor sozinha! Não é incomum que isto aconteça.



Faça o Sr. Target sonhar!
Ninguém compra produtos, compram–se promessas, compram–se benefícios. Compram–se, enfim, idealizações, projeções, sonhos. Faça, portanto, o Sr. Target sonhar.
Seu anúncio promete resultados? Nada mais a dizer.

Fonte:Webinsider



*Sucesso a todos!               


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