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Ferramenta Open Source p/ Planejamento de Projetos Criativos



Esta ferramenta é gratuita e foi desenvolvida para quem necessita armazenar e organizar ideias, de maneira fácil e funcional, sendo de grande uso para a elaboração do Planejamento de qualquer Projeto, seja ele de Marketing, Jobs para Arquitetura de Sites, Eventos ou qualquer outro relacionado a nós Criativos. 



Para isso, ele se aproxima do modo como o nosso cérebro funciona, ou seja, tenta ligar conceitos da forma mais natural possível, através de um modelo de diagrama denominado mapa mental. Os desenhos feitos em um mapa mental partem de um único centro, a partir do qual são irradiadas as informações relacionadas. Eles podem ser feitos com um programa de computador adequado ou com canetas coloridas e um bloco de papel, e podem ser usados por todos os profissionais para gerenciar qualquer tipo de informação. Esta ferramenta foi construída com Java e com o código aberto (Open Source), ela é bem simples de usar para quem já é adepto da técnica de mapas mentais. Por um detalhe simples: a interface do programa lembra bastante uma folha de papel e as ferramentas para o desenho estão apenas a um clique. Não tem segredo!



[Clique na imagem para ampliar]



Mapa Mental
O mapa mental foi criado pelo inglês Tony Buzan. Ele representa, de forma gráfica, como as idéias se organizam e se associam em torno de um elemento principal, criando uma linha de raciocínio muito mais fluida, lógica e espontânea. O Mapa Mental é utilizado para a gestão de informações, compreensão e solução de problemas, memorização e aprendizado, até a criação livros, elaboração de palestras, ferramenta de brainstorming e no auxílio a gestão estratégica das empresas.







Desejamos sucesso a todos!

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Autor: Adriano Oliveira 
Fundador e Editor-chefe do Acervo Publicitário, formado em Publicidade e Propaganda pelas Faculdades Integradas de Bauru (FIB), trabalha como Profissional de Marketing B2B no segmento de engenharia mecânica, tem especializações em Design, Marketing Digital e eventos industriais. "Compartilhar o torna mais do que você é. Quanto mais você der para o mundo, mais a vida poderá retribuir." (Jim Rohn)
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Como desenvolver uma prospecção eficiente



Ao iniciar um trabalho de prospecção o profissional deve estar ciente de que o importante não é promover o negócio, mas sim desenvolver um bom relacionamento com futuros clientes. Abaixo, relacionamos cinco dicas para auxiliar na diretriz desta tarefa.

Seja seletivo


A empresa provavelmente tem um tipo específico de cliente, que é o seu público alvo. Considere os tipos de setores, indústrias e/ou empresas que têm a maior necessidade de sua oferta. Então, entre em contato com os departamentos específicos que você acredita que tenham o maior interesse em ouvir de você.





Faça a lição de casa

A aprender o máximo possível sobre a necessidade dos seus clientes em potencial antes de contatá-los. Analisar o site da empresa, redes sociais e impressos gráficos pode fornecer uma noção das atividades atuais do cliente, próximos eventos, projetos recentes, departamentos chave e assim por diante.Utilize as redes sociais para verificar se vocês possuem contatos em comum que podem facilitar o primeiro contato, aumentando as chances de uma conexão bem sucedida.




Utilize uma mensagem pessoal

Com a pesquisa em mãos, utilize as informações encontradas para criar uma mensagem personalizada que informe suas atividades e perspectivas de negócios. Isso demonstra que você esta conectado a sua empresa e seu setor. Lembre-se que a prospecção não é uma carta que você pode copiar e colar. Mesmo que algumas informações possam parecer fundamentais enfatizar, cada interação deverá ser personalizada.




Sugira a próxima etapa

Assim como em um namoro, você quer conhecer a pessoa antes de iniciar um compromisso sério. Seu cliente pode estar interessado em seus produtos e serviços, porém vai precisar conhecê-lo melhor antes de firmar uma parceria. Sugira uma reunião pessoal para apresentar seu portfólio e esclarecer possíveis dúvidas sobre o seu trabalho.



  
Concentre-se em ações
Desenvolva um plano de ação onde seja possível acompanhar os resultados de sua prospecção e permanecer motivado. Planilhas em Excel podem ser uma boa alternativa, porém procure desenvolver relatórios em programas que você esteja familiarizado para não perder tempo. Estabeleça metas para a semana: 20 ações é um bom número e pode ser segmentada em contatar novas empresas ou conseguir uma nova reunião para apresentar-se pessoalmente. Dar continuidade ao trabalho de prospecção é garantir bons resultados a médio e longo prazo. conseqüentemente geram divulgação boca a boca, que é mais um benefício de uma abordagem de construção de relacionamento.




Sucesso a todos!





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Ferramenta para visão estratégica e gerenciamento de projetos


O Lean-to é uma plataforma online muito utilizada pelos grandes departamentos de marketing, agências de design e publicidade, ele permite a você um olhar macro quando se está sobrecarregado com outros trabalhos, ele é excelente gerenciador de etapas, podemos chamá-lo de um workflow criativo, pois além de agiliar e melhorar os processo de marketing, criação permite uma interatividade que envolva todos da equipe. Uma vez que as tarefas e compromissos já foram inseridos na plataforma, o responsável pode acompanhar de perto tudo que está ocorrendo e monitorar a performance de cada colaborador envolvido no projeto. A ferramenta também possui um sistema pelo qual todos podem trocar mensagens entre si e armazenar em nuvem eventuais arquivos que ajudem na execução.

Porque usar o Lean-to:

Rapidez em finalização de projetos de Marketing
Qualquer projeto que envolva uma equipe para ser bem realizado deve ter um monitoramento, o Lean-to permite rapidez nas tomadas de decisões, visão estratégica, padronização da rotina de trabalho, interatividade e aumento de produtividade 


Criação de planos de ações
Através dos backlogs(lista de afazeres) você poderá definir o tempo em que a equipe deverá trabalhar em determinada tarefa, cruzar informações para eliminar os bugs (defeitos) definindo prazos para planos de ações corretivas.


*Você pode adicionar responsáveis a sua conta para dar-lhes acesso a todos os seus projetos ou convidá-los para projetos específicos com direitos limitados.

Criação de indicadores e visão estratégica do projeto
Relembrando as aulas de Administração em Marketing “aquilo que não é medido não é gerenciado” este é um dos pontos fortes do Lean-to, os "Indicadores", é através deste recurso que se define o rumo das ações, os pontos críticos poderão ser monitorados e eliminados, além de servir para mostrar se as estratégias implementadas funcionaram ou não, se há necessidade de mudanças de rumo, de planejamento, indicadores permitem uma visão estratégica durante o desenvolvimento do projeto.
 


 
O serviço é pago, mas os interessados podem testar gratuitamente a plataforma.
Esta ferramenta é um verdadeiro investimento para sua agência ou departamento de marketing.

*Desejamos sucesso a todos!
Equipe Acervo Publicitário

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O que o Planejamento pode aprender com o mundo da música?

Dan Hauck já foi planner em agências – entre elas a BBH de Londres, e hoje é Diretor de Planejamento na Sony Music UK. Segundo ele, deixou de planejar marcas para planejar bandas. E conta que tentou estabelecer alguns princípios básicos do Planejamento de Marcas para o mercado fonográfico, como o brief criativo, uma abordagem neutra para o planejamento de canais, promessas para artistas e campanhas, entendimento do público, avaliação integrada, etc. No entanto, algumas iniciativas funcionaram bem, e outras de forma bem diferentes, pois, como disse, existem fatores peculiares nesse mercado, que deixam a tarefa muito mais complexa.
No fim das contas, nasceu um modelo bem interessante, com o qual o Planejamento das agências poderia aprender bastante (assim como também existem inúmeras coisas que, segundo ele, a indústria fonográfica poderia aprender com as agências).

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Vamos lá…
1. Resposta, em tempo real, às compras – e não só à percepção.
A indústria fonográfica é indiscutivelmente mais responsável por resultados de vendas do que qualquer outro mercado, diz. Todo dia os rankings diários circulam pelo escritório, para avaliação e discussões. Isso pode levar a reações ruins (imagine só uma marca de automóveis optar por cortar gastos em um lançamento depois de 3 dias), mas também oferece ótimos recursos para o pessoal de marketing, dando medidas imediatas não só de quem gosta de uma campanha (através de views, amigos, likes, posts, etc) mas também de quantas pessoas estão comprando. Isso permite adaptar a ênfase da campanha, e também a construir com base nas vendas quando cada fase iniciará (entrar na mídia de massa assim que forem vendidos 60 mil exemplares, por exemplo). Ele conta que esteve em diversas situações, como planejador de marcas, em que o cliente ou foi relutante em compartilhar informações de vendas, ou não tinha sequer acesso a isso. A sugestão dele, com base nisso, é de que o Planejamento das agências se esforce para convencer os clientes de que o domínio dos dados brutos pode levar a melhores resultados.

2. Necessidade de entender, verdadeiramente, as especificidades do público.
A música é uma categoria única em que praticamente todo integrante da população do país é um consumidor, conta, só que com gostos incrivelmente variados, em comparação a uma pasta de dente, por exemplo. É um mercado em que a segmentação demográfica não serve pra nada, destaca: um fã do ACDC e outro do Frank Sinatra podem ter a mesma classificação demográfica, mas gostos e hábitos completamente diferentes. Então, a Sony Music desenvolveu várias maneiras de conhecer o público a fundo, espionar a platéia de shows, ter sua própria rede social de música, manter uma equipe de jovens pesquisadores infiltrados no meio, entre outras. A principal ferramenta de segmentação da empresa é um estudo que divide a população do Reino Unido em 28 tipos de fãs.
Hauck conta que, lembrando do seu tempo como planejador de marcas, fica até com vergonha em admitir que o público-alvo dos seus briefs dificilmente tinham o mínimo de tempo necessário investido – muitas vezes copiados de briefs anteriores. Estudos de segmentação são, compreensivelmente, desdenhado nas agências, e as pesquisas estão sendo atacadas a todo momento, por levarem a trabalhos padronizados, pontua. Mas existem vários jeitos convencionais e não-convencionais de conhecer um público. Ao se virar contra a pesquisa – no sentido mais amplo – o Planejamento pode perder a melhor ferramenta que tem para chegar a trabalhos realmente envolventes, completa.

3. É preciso encantar, ao invés de despertar a curiosidade.
Uma coisa que chamou a atenção do Hauck sobre a música é quanto tempo e esforço são investidos para engajar certas pessoas antes do lançamento de um disco. Graças ao poder do rádio como meio, diz, os pluggers (e geralmente os próprios artistas) passam incontáveis horas agradando os tomadores de decisão das principais estações de rádio.
A promoção online, segundo ele, vem se tornando tão importante quanto a offline, e as gravadoras darão agora faixas gratuitas na fase de construção de um lançamento-chave, chamada set-up track, para aquecer os fãs antes do lançamento.
Geralmente, comenta, em campanhas de marcas, o pré-lançamento é, no máximo, uma campanha teaser por algumas semanas. As marcas – e portanto as agências – podem fazer muito mais para encantar ao invés de apenas despertar a curiosidade das pessoas relevante – formadores de opinião, especialistas no produto, consumidores existentes – para deixá-los empolgados e para maximizar o buzz no lançamento. Que tal uma fase de ‘charme’ em todo plano? – sugere.

4. É preciso pensar em como as ideias se moverão.
A música é naturalmente viral – algo que as pessoas curtem juntas,compartilham com outros, e usam como expressão da sua identidade. A questão para uma campanha de música não é se vai espalhar, mas como isso acontecerá, conta ele. Em todos os planos, a construção é de um número de fases de público baseadas no ‘como’ – e ´em qual velocidade’ – acredita-se que propagará.
Assim, exemplifica Hauck, para uma nova banda de violão e voz, o início provável seria com um single 1 em um grupo chamado de ‘Living It Live’ (fãs de indie nos seus 20 e poucos anos que vão regularmente a shows), mas seria estabelecida uma fase para o single 2 e disco em um segmento mais mainstream chamado de ‘White Collar Radicals’ (mulheres de 30 e poucos anos que vivem foram das grandes cidades e adoram pubs de rock). Cada fase teria um mix de mídia associado e uma mensagem feita especificamente para cada grupo. Não se trata de uma ciência exata, coment. E geralmente um lançamento se moverá de maneira inesperada. Mas é necessário reagir de acordo com esse rumo.
Para o pessoal de agência, ele conta que pensar em um único publico-alvo no brief é quase que admitir no início da que sua idéia não se moverá além de um único grupo. No mínimo, seria preciso pensar sobre onde a idéia pode começar e onde é provável que ela vá em seguida, destaca. Isso deveria andar junto com um monitoramento cuidadoso da campanha quanto ela acontece, e a capacidade de adaptar o que você está fazendo até o último minuto, aconselha.

5. Preocupação, tanto com o tom, quanto com a mensagem.
Outra coisa que ele conta ter sido difícil no início foi a promessa nos briefs que inspiram as equipes criativas. Rapidamente, percebeu que a típica abordagem de identificar uma mensagem e então usar a comunicação para amplificar e exagerar não era relevante. A mensagem é quase sempre, de algum modo, ‘o disco está a venda’, lembra. Portanto, o que realmente importa é a definição do ‘tom’ para aquele artista – com base no que é verdadeiro em relação a ele e atrativo ao público – e então pensar sobre como usar canais de maneira inteligente para conduzir esse tom.
Nos seus tempos de agência, conta Hauck, passou muito tempo freneticamente em busca da mensagem que deveria ser comunicada. Talvez, essa energia deveria ter sido melhor gasta pensando em como uma marca deveria se sentir, pontua. Quando isso é combinado a um bom pensamento de canais, o brief se torna – ‘por favor, conduza esse tom para a marca e aqui estão algumas maneira de usar canais com base no que sabemos do público’. Provavelmente, é uma maneira mais livre de brifar as equipes criativas com quem você trabalha, conclui.

fonte: BBh-Labs – quem tiver + interesse no tema, aconselho entrar no link e dar um olhadinha nos comentários, vale a pena.

tradução/adaptação:
CHMKT

*OBRIGADO PELA VISITA!