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Os 15 Mandamentos da Direção de Arte


Artigo desenvolvido pelos ex-alunos da ESPM. Que tem como finalidade fomentar o conhecimento a respeito da direção de arte. Seguindo-as com coerência,ou até violando-as por um motivo válido e consciente, vocês poderão seguir mais firmes pelo caminho da criação, sem a culpa de ter cometido os pecados mais comuns no mundo da arte publicitária. Boa leitura e que e a criatividade e o bom senso estejam sempre convosco.

1. Jamais esquecerás que a criação começa pelo conceito
Começo com uma dica que serve tanto para redatores quanto diretores de arte. Nem adianta começar a trabalhar, seja criando títulos ou elaborando um layout, ser ter um conceito criativo definido na cabeça. Tudo começa pelo briefing. Nele está descrito o objetivo da comunicação. Se não está, a falha já começou lá no atendimento. Depois de ler o briefing, pesquisar sobre o produto ou serviço (nunca aceite a informação que um atendimento lhe passa como verdade absoluta), entender sua natureza e funcionamento e focar seus esforços no objetivo daquela campanha, você deve transformar tudo isso em peças publicitárias. Ou seja, dizer tudo aquilo da forma mais breve e surpreendente possível.



2. Não pularás as preliminares antes de chegar ao gozo
Calma aí que eu explico. Criação é como sexo. Pra chegar ao ápice é preciso de estímulos. Para se chegar ao orgasmo criativo, é preciso também de uma série de preliminares. A primeira delas é o brainstorm. Aquele bate-papo informal em que a equipe discute o problema e põe pra fora toda e qualquer ideia que lhes vêm à cabeça. É a hora do vale tudo. Aqui não pode ter censura. E nem pense em se aproveitar para detonar as ideias da sua colega loira. Ao fim da orgia mental, no meio de tantas ideias, deve haver pelo menos uma legal. Aí vale à pena, uma nova discussão para aprimorá-la e só então, você deve se aproximar do maior objeto de desejo de qualquer aluno: o computador.



3. Utilizarás com sabedoria e propriedade o grande poder das cores
Assim como na tipografia, é muito comum o aluno se limitar às opções das paletas do software. O olho humano é capaz de perceber 16 milhões de tonalidades diferentes! Como você pode se limitar a algumas dezenas delas? Ao invés da paleta utilize o seletor de cores, onde você pode deslizar por entre elas, descobrindo tonalidades originais e surpreendentes. É comprovado cientificamente: as cores afetam o estado emocional das pessoas de forma direta. Utilize esse poder e use as cores para despertar emoções no seu público-alvo. Estudando a psicodinâmica das cores e até observando as reações desencadeadas pelas cores em si próprias, você vai perceber que a cor adequada à mensagem e ao público pode garantir o sucesso do seu trabalho. Por exemplo: você já pensou em um anúncio voltado para o público jovem trabalhado com cores frias ou tons pastéis? Nada a ver, né? E o contrário: um anúncio sério para executivos com cores radicais? Também não cola! Pensem nisso antes de clicar na paleta ou no seletor, de preferência.



4. Não distorcerás fontes ou imagens
Ao selecionarmos um objeto em um programa de computação gráfica, automaticamente surgem alças ao seu redor. Para fontes e imagens a regra é uma só: amplie ou reduza o elemento somente pelas alças das quinas. Assim, eles têm as suas proporções respeitadas ao serem ampliados ou reduzidos. Fontes ou imagens "esticadas" ou "achatadas" são um verdadeiro atestado de amadorismo e garanto que, para a maioria dos diretores de criação, motivo de demissão por justa causa.



5. Não se limitarás à Fonte Default
Tipografia é personalidade. Escolher a fonte ideal para um título, para um bloco de texto ou para o nome ou descritivo de uma logomarca é uma tarefa que exige sensibilidade, critério e consciência da idéia a ser transmitida. Portanto, não se limite, por preguiça ou comodismo, às chamadas "fontes de sistema" (aquelas que já vêm embutidas no Windows) como a "Times New Roman", "Arial" ou "Verdana". Ou ainda as fontes "default" - aquelas que os próprios softwares aplicam quando você digita um texto (Avant-Garde, no caso do Corel Draw). Pesquise e busque novas opções (a Internet esta aí pra isso) e faça o seu próprio "fontfolio", organizando fontes novas e diferentes em um CD.
Mas lembre-se. Não adianta ser diferente só por ser diferente. Lembre-se sempre dos critérios para a utilização de tipos: legibilidade (de nada adianta uma fonte transada se não dá leitura), adequação à mensagem e ao público-alvo (tipos descontraídos para anúncios jovens, clássicos para anúncios sofisticados e objetivos para anúncios técnicos, por exemplo.), adequação ao meio (um outdoor precisa de rápida visualização e, consequentemente, fontes sem serifa; mas fontes serifadas podem ser muito bem-vindas num anúncio, por exemplo) e história do tipo (saber que a Edwardian Script é inspirada na escrita cursiva do período Eduardiano inglês e que a Verdana foi criada especificamente para telas de computadores são dados bem elucidativos na hora de utilizá-las, não?). Se no fim das contas, por algum desses três critérios, você achou que a Times ou a Arial é a melhor escolha, aí sim, você vai ter uma boa razão para usá-las.



6. Não se obssecarás pela Comic Sans
Está aí um fenômeno tão inexplicável quanto os garfos entortados pelo Uri Gueller no Fantástico (um guru que entortava talheres com o poder da mente nos anos oitenta). Por que raios todo estudante tem uma atração fatal pela Comic Sans? Vamos falar um pouco sobre essa fonte tão amada por vocês? A Comic Sans é assim chamada pelo fato de ter sido inspirada na tipografia das histórias de quadrinhos (daí o "comic") e por não ter serifas (daí o "sans" ou "sem" em latim: sem serifas.). Enfim, uma fonte descontraída, inspirada no universo adolescente das HQs. Aí vem o Pedrinho tascando-lhe Comic Sans no anúncio do hospital, Mariazinha enfiando Comic Sans no anúncio para o empreendimento imobiliário... Pô, assim não dá! E os quatro critérios foram parar aonde? É melhor nem responder.



7. Não ampliarás imagens de forma indiscriminadas
Uma imagem digital é formada por pequenas unidades chamadas de pixels (picture element). Quanto mais ampliamos uma imagem mais tornamos os seus pixels aparentes. É como se analisássemos uma amostra de sangue ao microscópio. A olho nu só vemos um líquido encorpado e vermelho. Mas, através da lente, vemos uma série de pequenas partículas que o compõem. O erro mais comum nesse caso é copiar uma imagem da Internet e ampliá-la indiscriminadamente. As imagens da Internet são tratadas com resolução mínima para que os sites se tornem mais leves e funcionais. Se você precisa de uma boa imagem para layout, existem duas soluções básicas. A primeira são os bancos de imagem. Eles disponibilizam imagens para fins publicitários em resoluções ideais para o seu layout (quando o cliente aprova o layout e esse vai ser produzido, é necessário comprar a foto e obter o arquivo em alta resolução). A segunda solução é a pesquisa avançada do Google. Ao clicar no link "imagem", surge a opção "pesquisa avançada de imagem". Uma segunda página permite selecionar alguns parâmetros de busca de imagens. Selecione tamanho grande e o resultado serão imagens no tamanho de "papel de parede", o que significa uma ótima resolução para layout e, com um pouco de Photoshop, até mesmo para pré-impressão. Lembre que layouts são impressos em jato de tinta ou em laser (copiadoras). Nesses casos, é suficiente uma resolução de 150 dpi no tamanho final para um bom resultado.



8. Não abandonarás a imagem perdida no meio do layout
OK, você encontrou a imagem perfeita para a sua idéia. E o melhor: a resolução está ótima para layout. Mas os cuidados não terminam aí. É muito comum o aluno simplesmente "largar" a imagem no meio da peça, como se sua simples presença já fosse o suficiente para garantir uma boa composição. Assim como a tipografia ou as cores, as imagens são elementos gráficos. E, como todo elemento gráfico, precisam estar em harmonia com os demais e não perdida, sem nenhum elo de ligação com o restante do layout. Existem alguns recursos básicos para não deixar a imagem como aquele "retângulo" perdido no meio da peça. Experimente ampliar a imagem até que ela se torne o principal elemento do seu layout (nesse caso, cuidado com a resolução). Ou então, utilize o recurso de transparência para criar uma transição suave entre a imagem e o fundo, evitando corte brusco entre a imagem o restante do layout. Ou ainda, tente um corte diferente para a imagem, como uma curva (no caso de uma composição mais feminina) ou um papel rasgado (para uma peça mais jovem e descontraída). Enfim, são apenas algumas possibilidades e essa questão é como Neston: existem mil maneiras de resolver, invente a sua.



9. Respeitarás a Hierarquia dos elementos
Através da composição visual, você pode guiar o olhar do espectador ou a sua linha de leitura. Dê mais destaque aos elementos principais e menos destaque aos elementos secundários. Parece óbvio, mas é muito comum entre a produção de estudantes, anúncios onde a fonte do título tem o mesmo corpo que a fonte do texto. O que deve atrair minha atenção primeiro? A ordem mais convencional é imagem - título - subtítulo - texto - assinatura. Portanto, respeite essa hierarquia e dê a cada um dos elementos o seu devido peso e lugar no anúncio. E mais uma vez: pode subverter a regra, mas desde que tenha uma boa razão para isso.



10. Não reduzirás a logomarca do cliente a pó
A marca não é o principal elemento em uma peça publicitária. Numa lógica convencional, primeiro vem a imagem e o título disputando o primeiro lugar. Em segundo o subtítulo, que quase sempre explica e justifica um título criativo. E, por fim, o consumidor checa quem é que assina a peça ou a logomarca do anunciante. Uma lenda muito antiga diz que a logomarca pequena é mais elegante. Mas pequena não significa ilegível. Dê à marca um peso justo. Torne-a visível, mas sem esquecer a hierarquia entre os elementos. Existem anunciantes que já possuem uma identidade visual tão forte que podem se dar ao luxo de assinar apenas com o símbolo gráfico, como a Nike, por exemplo. Mas, a grande maioria dos anunciantes não desfruta desse poder e necessitam, portanto, que sua marca seja facilmente visível nas peças pelas quais eles pagam caro.



11. Não esquecerás que a ilustração também é um caminho
A propaganda está redescobrindo a ilustração. Até os anos 50, a ilustração reinava absoluta na propaganda impressa do mundo inteiro. Mas quando os métodos de reprodução fotográfica se tornaram acessíveis, a reação natural dos diretores de arte foi trocar todas as ilustrações pelo poder de persuasão da imagem real. Assim, a ilustração foi quase banida da propaganda. Mas, a partir do final dos anos 80, os publicitários redescobrem que ilustração também é bacana e que ela pode ainda ser uma opção diferente e, paradoxalmente, inovadora num mundo dominado pela imagem fotográfica. A ilustração tem um caráter lúdico, ou como dizem por aí, uma magia muito própria. Cabe ao diretor de arte, com seu bom senso, escolher entre ilustração ou imagem. Optando pela primeira, é muito importante atentar para o seu estilo ou o seu "traço". As ilustrações podem ser realistas, cômicas, estilizadas, ter um traço sério ou descontraído, por exemplo. Pesquise diversos tipos de ilustração e encontre aquele que mais se identifica com a mensagem e o público-alvo da sua peça.



12. Consumirás insaciavelmente cultura e informação
Um publicitário não é nada sem cultura e sem informação. Principalmente um criativo. A grande idéia surge exatamente no momento em que você confronta as informações do briefing com as informações e a bagagem cultural gravadas no HD do cérebro. Dessas associações surge a mágica das grandes sacadas. Cinema, teatro, livro, exposições e música de todos os gêneros são itens indispensáveis a sua sobrevivência profissional (Isso não parece nada mal, hein!). E não vem com essa história de que a grana está curta, porque biblioteca, Internet, mp3 e os piratas camelôs estão aí pra isso. Mas não basta ver e ouvir. É preciso interpretar e refletir sobre o que foi visto/ouvido. Seja a exposição de arte contemporânea ou o novo filme do Homem Aranha. Esteja atento às informações ao seu redor e aprenda a ver o mundo além da superfície.



13. Aprenderás a ver antes de fazer
Todo mundo sabe que pra ser um bom escritor é preciso antes ser um bom leitor. Da mesma forma, para ser um bom diretor de arte é preciso consumir muita direção de arte. Da boa, é claro. Veja o que os grandes diretores de arte estão fazendo no Brasil e no mundo. As tendências, os estilos, os novos recursos gráficos. Armazene esses dados no HD do cérebro. Eles serão as suas referências ou o seu "repertório visual". Ainda que no começo você termine copiando o estilo dos seus favoritos (sim, também já copiei os meus mestres), logo você descobrirá o seu estilo próprio e poderá se tornar referência para outros tantos que ainda surgirão. Por isso, olho nas revistas e jornais brasileiros e gringos. Alguns caminhos? Revista Veja (os maiores anunciantes do país estão lá), Revista da MTV (tudo o que há de inovador termina publicado lá), Archive (alemã; custa caro, mas coloca você lá na frente em matéria de tendência) e os jornais da sua cidade (pra saber o que anda acontecendo no quintal de casa). Só pra começar.



14. Respeitarás os mais velhos
Essa até parece que saiu da tabula do Moisés. Porém, mais por esperteza do que por obediência, escute o que os diretores de arte mais experientes têm a lhe dizer. Está certo, o cara pode ter dez anos e um talento apenas mediano. Mas ainda assim sua experiência é valiosa. Sua bagagem profissional faz com que saiba, por exemplo, que texto preto no fundo ciano é o maior "esparro" pela péssima legibilidade. E um conselho desses pode lhe tirar de uma baita fria. Com meus 10 anos de profissão, não me sinto o dono da verdade e escuto as observações até da moça do cafezinho. Pois é! Ela é público. Antes de dizer que na "sua" peça ninguém mete a mão, escute as opiniões dos seus colegas, da moça do café e até (é duro, eu sei) do atendimento. Reflita sobre elas e, de cabeça fria, aproveite as mais coerentes e descarte as impróprias.



15. Experimente de vez em quando desobedecer todo e qualquer mandamento
"Ué? o cara endoidou!", devem estar pensando vocês. Mas um dos grandes trunfos da direção de arte e de qualquer outro trabalho criativo é a inovação. E para alcançá-la, às vezes é necessário ir de encontro às regras e convenções. Mas, como sempre digo, para quebrar uma regra é preciso conhecê-la profundamente. Aí sim, estaremos quebrando a regra de uma maneira consciente e inovadora e não pelo fato de não conhecê-la ou, em outras palavras, pela simples ignorância.
Esperando sinceramente que esta modesta contribuição sirva de orientação no caminho até o trabalhoso título de Diretor de Arte, aproveito para lembrar que conhecimento nunca é demais. E se muitos consideram que o trabalho de direção de arte é 90% feeling, arriscaria-me a dizer que é nesses 10% restantes, a parte do conhecimento, que pode se esconder o grande diferencial num mercado cada vez mais disputado. E só para não sair do clima bíblico, diria que para nós, profissionais de comunicação, só o conhecimento salva!



Descritivo: a descrição do produto ou serviço representado por uma logomarca. Situa-se, geralmente, logo abaixo da própria logomarca. Exemplo: Paraíso Tropical Restaurante. Logo abaixo da logomarca (Paraíso Tropical), vem, em menor destaque, a palavra "restaurante", descrevendo o produto "Paraíso Tropical". Importante não confundir descritivo com slogan. Este último é uma sentença de efeito, que visa destacar algum atributo ou diferencial do produto/serviço e não apenas descrevê-lo. Exemplo: VISA. Por que a vida é agora. VISA é uma marca que dispensa um descritivo, mas utilizasse um, seria algo como VISA. Cartões de Crédito.




Cores - Sistemas

Existem basicamente quatro sistemas de cores à sua disposição: CMYK, RGB, Hexadecimal e Pantone. Como e quando usar cada um? Vamos primeiro dividi-los em dois grupos: RGB e Hexadecimal são sistemas de cor luz, usadas para suportes eletrônicos como os monitores, sendo que o sistema hexadecimal é usado especificamente para a programação de web sites. Já o CMYK e o Pantone são sistemas de cor pigmento. Tudo aquilo que é impresso deve ser baseado em CMYK. E a escala Pantone é uma espécie de codificação das cores, que garante o máximo de fidelidade na hora da impressão profissional.




Sucesso a todos!





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A dúvida de todo Publicitário / Designer: Pós-Graduação ou MBA?

Ser graduado deixou de ser diferencial e passou a ser pré-requisito para ter uma carreira de sucesso no mercado de trabalho. O primeiro passo a ser dado após a conclusão de um curso superior, na maioria das vezes, é a opção por um curso se especialização. Mas ao pesquisar sobre o assunto uma dúvida é muito comum: Pós-Graduação ou MBA? Qual a diferença entre os dois? Qual a melhor opção?



É preciso esclarecer que existem dois formatos para cursos de pós-graduação: o Lato Sensu e o Stricto Sensu. O Lato Sensu é um curso de especialização nos moldes tradicionais de como é conhecida uma pós-graduação. Sua conclusão rende ao aluno o título de especialista. Já a Stricto Sensu, é voltada para o meio acadêmico, tem uma duração superior a Lato Sensu  e rende títulos como os de mestre e doutor. A Pós-Graduação Lato Sensu, que compete com o MBA, tem duração mínima de 360 horas/aula que ocorrem ao longo de 1 ano e meio em média e é indicado para recém-formados ou jovens profissionais com pouca ou nenhuma experiência de mercado. O aluno que opta por este formato de curso, terá um número maior de disciplinas e uma abordagem mais teórica se comparada com um MBA.



Uma pós-graduação lhe dará a preparação teórica que o mercado espera. Mas é importante lembrar que não é uma garantia de emprego, nem de experiência para encarar um cargo que lhe exigirá mais. Este tipo de experiência é adquirida com dedicação e prática.
Em relação ao MBA ou Master Business Administration, o aluno geralmente possui no mínimo 2 anos de experiência de mercado, está empregado e é submetido a disciplinas mais específicas e voltadas para a área de gestão. Quem opta por um MBA está dando um foco mais corporativo a sua carreira. Assim como acontece com a pós-graduação, o MBA possui duas modalidades. Além do MBA tradicional, existe o MBA Executivo, que é voltado para profissionais mais experientes e que ocupam cargos importantes dentro de empresas. No que diz respeito ao título, o MBA Executivo está no mesmo patamar que um Mestrado. Através de um MBA o aluno pode se preparar melhor para lidar com a gestão de uma empresa e com negócios de forma geral.



A decisão sobre qual tipo de curso seguir cabe a cada um. O importante é levar em consideração os pontos levantados acima, como por exemplo, a opção por um curso mais abrangente, como a pós, ou um mais específico, como o MBA. Além disso, a experiência profissional e os planos para que você tem para  futuro são fundamentais para que você acerte em sua escolha.


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Autor: Adriano Oliveira 
Fundador e Editor-chefe do Acervo Publicitário, formado em Publicidade e Propaganda pelas Faculdades Integradas de Bauru (FIB), trabalha como Profissional de Marketing B2B no segmento de engenharia mecânica, tem especializações em Design, Marketing Digital e eventos industriais.
"Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados." (Mahatma Gandhi)

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10 dicas para melhorar seu raciocínio criativo através da literatura


A leitura é uma ótima maneira de desenvolver o seu cérebro. Além de aumentar o seu vocabulário e capacidade de interpretação criativa, também ajuda no armazenamento de informações importantes. Ao ler os clássicos da literatura mundial, você aumenta suas habilidades de escrita e compreensão de textos.
Se você deseja melhorar a sua mente por meio da leitura, veja como os clássicos da literatura podem ajudar:






1. Aumento de vocabulário
Ao ler os clássicos, você vai encontrar muitas palavras que não fazem parte do seu cotidiano. Aprender novas palavras ajuda a enriquecer o seu vocabulário. Ter um amplo vocabulário é como ter um grande arsenal de palavras. Isso permite que você se expresse de maneira mais eloquente. Desenvolvendo essa habilidade você será capaz de se comunicar com precisão e criar uma percepção de mundo inteligente.






2. Melhorar a escrita
Ler os clássicos da literatura é a maneira mais fácil de melhorar a sua escrita. Durante a leitura você acaba absorvendo a gramática e o estilo do autor. Isso contribui para o desenvolvimento da sua escrita melhorando a concordância e gramática.




3. Desenvolver a fala
Antes de se tornar um bom orador, você precisa ser um bom escritor. Estudar as obras que foram desenvolvidas por gênios vai ensinar você a se expressar com clareza e estilo. Ao melhorar seu domínio do idioma, você vai se tornar mais persuasivo, e poderá desfrutar de uma vantagem sobre as pessoas menos articuladas.




4. Novas ideias
Observar as mesmas ideias que as outras pessoas gera um pensamento genérico e repetitivo. Para ser original você precisa desenvolver novas ideias, e isso você pode retirar dos clássicos da literatura. Ao ler os livros você desenvolve a sua inspiração e tem a oportunidade de melhorar a sua criatividade.




5. Perspectiva histórica
Uma pessoa que apenas lê jornais e revistas fica dependente dos preconceitos e modas do seu tempo. Por isso, a leitura de livros antigos é importante para aumentar a sua perspectiva história e desenvolver o senso crítico. Os clássicos são importantes para estimular a sua mente a partir de pensamentos e experiências de outras pessoas.




6. Entretenimento educativo
A leitura de grandes livros é um passatempo divertido. Você pode encontrar muitas curiosidades sobre a história e também o vocabulário da época em que a obra foi escrita. Outra opção é procurar as versões mais modernas dos clássicos, isso também ajuda a aumentar o entretenimento durante a leitura.




7. Sofisticação
Se você gosta de se destacar nas conversas entre amigos, ter conhecimento dos clássicos da literatura é essencial. Você aprofundará suas ideias e desenvolve o senso crítico. Além disso, quando você tem propriedade para falar sobre certo assunto você pode até ganhar uma discussão.





8. Leitura mais eficiente
Ler diversos livros aumenta a sua rapidez na leitura. Por isso, a ideia é procurar livros de diferentes épocas e temas para desenvolver uma leitura mais eficiente.




9. Desenvolve o senso crítico
Se você é um escritor ou blogueiro ignorar os clássicos é um erro. Independentemente do tema que você aborda em seus textos, você precisa ser persuasivo e desenvolver seu senso crítico. A melhor maneira de aprender é com os mestres. Portanto, não perca tempo! Passe algum tempo com os clássicos e tire vantagem sobre isso.




10. Aumenta o repertório 
Ler é um ato valioso para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. A literatura clássica é forma de ter acesso às informações e, com elas, buscar melhorias para o mundo. Repertório cultural é importante para escrever bons textos e ser crítico.




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Autor: Adriano Oliveira 
Fundador e Editor-chefe do Acervo Publicitário, formado em Publicidade e Propaganda pelas Faculdades Integradas de Bauru (FIB), trabalha como Profissional de Marketing B2B no segmento de engenharia mecânica, tem especializações em Design, Marketing Digital e eventos industriais.
"Você nunca sabe que resultados virão da sua ação. Mas se você não fizer nada, não existirão resultados." (Mahatma Gandhi)

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Marketing Industrial, por que não pensei nisso antes?

Hoje ainda se confunde muito o conceito de Marketing e suas funções com as outras áreas da organização e isto dificulta ainda mais a sua aplicação. Na indústria há empresas de todo tipo de gestão, as de menor porte, por exemplo, desconhecem os preceitos do marketing, entendendo que esse tema, se restringe a divulgação ou que serve apenas para ser um apoio comercial.



No Brasil o termo marketing teve uma infeliz banalização e disseminação, muitas falácias confundem o termo com propaganda, promoção, publicidade e vendas. Analisando a fundo a raiz destas confusões e equívocos acerca da palavra marketing, os termos terminados em ing exigem mais que uma só palavra para sua definição, o sufixo ing, de origem inglesa tanto indica um gerúndio quanto um substantivo, marketing nunca encontrou por aqui uma interpretação digna do seu real significado. Entretanto, uma das falácias que mais rebaixam a classe dos Profissionais de Marketing é ser chamado de “marqueteiro”, isto mesmo no diminutivo, pois esta palavra não merece tal destaque, é o puro aportuguesamento da expressão marketeer usada no inglês para identificar as pessoas que trabalham com marketing. Para se entender melhor, de acordo com o dicionário, marqueteiro é "aquele que, oportunisticamente, se utiliza do marketing para projetos e interesses pessoais”. Atualmente no Brasil, “marqueteiro” é visto como um vulgo pejorativo e até mesmo ofensivo, usado para qualificar negativamente um profissional. No meio político vemos como aqueles que cuidam de campanhas de políticos, que muitas das vezes são incompetentes e corruptos. Por isso, entender seus conceitos é de fundamental importância para que este cenário compreenda a definição correta destes termos.




No decorrer deste artigo veremos sobre a importância desta área dentro da empresa e porque não devemos terceirizá-la. Primeiramente iremos definir melhor o conceito de marketing na indústria.
No setor industrial, ainda nos vemos amarrados a conceitos e paradigmas de um passado conservador, tanto nas estratégias de marketing quanto na comunicação, bastante restritos aos pensamentos das lideranças acomodadas em suas posições e no receio da inovação.
É muito comum você se deparar na indústria com empresas que de certa forma são bem sucedidas, mas com grandes "falhas de marketing". Exemplos disto vemos nas tradicionais revistas B2B, anúncios que mostram a pura falta de profissionalismo com erros gritantes ou nos sites que parecem verdadeiros blogs abandonados. Muito se perde, pois estas ações não levam em conta a importância da persuasão das palavras, das cores, dos elementos gráficos e de tudo aquilo que possa ser considerado influenciador a uma tomada de decisão. Certamente é difícil mudar o perfil de alguém já formado, principalmente quando este pertence a gerações mais tradicionais, que por receio de algo que não vivem ou não viveram, não se arriscam. Marketing é muito além de saber o que o mercado pensa e deseja, é saber como oferecer, como ser inovador e ao mesmo tempo criativo.




Uma definição conceitual de Marketing que gosto bastante, apesar de não definitiva: “É uma função organizacional e um conjunto de processos que envolvem a criação, a comunicação e a entrega de valor para os clientes, bem como a administração do relacionamento com eles, de modo que beneficie a organização e seu público interessado. (AMA - American Marketing Association).
Toda decisão de compra tem componentes racionais e objetivos, e componentes emocionais. Como marca é associada ao produto ela é um bom exemplo disso: marca tem elementos tangíveis, racionais, e outros intangíveis ou emocionais.
Marketing industrial deve ser feito para todos, não saindo do princípio B2B (business-to-business) ou B2C (business-to-customer). Um case que responde a esta tese é a empresa Tetra Pack que passou um bom tempo fazendo propaganda em mídia de massa, sendo que nenhum consumidor final comprou embalagens, mas sim a marca, fomento o conceito do “Por que não pensei nisto antes?” levando sempre em consideração o uso das regras, do público-alvo e toda a sua atmosfera. Por isso é de fundamental importância que a área de Marketing não seja terceirizada, pois é a "coluna cervical" da empresa, e sem ele a empresa não fica de pé.




É muito comum vermos muitas empresas da área de Marketing Digital/Comunicação "vendendo" as receitas de sucessos através de ferramentas de workflow, e-marketing e links patrocinados no Google, quando na verdade muita das empresas na indústria não tem uma equipe de marketing própria, que dará o suporte necessário para essas ações internamente, ficando a mercê de um péssimo investimento.
Muitas empresas de "tecnologia e comunicação" vendem esse conceito à indústria, alegando que para o crescimento, a grande sacada é terceirizar, mas ele não se suporta na prática, pois muitas das ações e decisões devem ser feitas internamente, até porque envolvem muitas vezes informações sigilosas e estratégicas da empresa, que não podem cair "na boca do mercado".
Enfim, no cenário competitivo industrial, uma empresa que quer realmente ter um marketing industrial eficiente, precisa ter sua própria estrutura interna, mas essa estrutura pode ter o apoio de uma consultoria, agências de design e comunicação, dando suporte quando e onde for necessário.




Entretanto, a área de marketing é uma área estratégica da empresa e interdependente de diversas áreas, incluindo a direção da empresa. Recomendo sim a terceirização de ações específicas, devidamente focando o plano de marketing, mais defendo uma postura de profissionais full time, sentido a realidade da empresa e descobrindo diariamente como os seus clientes e mercado pensa, este é o grande desafio do Marketing Industrial.
No segmento B2B e B2C, o que conta muito é a sua expertise, as empresas comprarão seus produtos ou serviços se acreditarem na sua competência, e isto gerará credibilidade e confiança.
Já imaginou como serão as empresas lideradas pelas gerações Y e Z? Tenho certeza que ousadia e inovação serão suas marcas registradas. Fica aqui este questionamento, sucesso a todos, câmbio, desligo!






*Sucesso a todos!

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Autor: Adriano Oliveira 
Fundador e Editor-chefe do Acervo Publicitário, formado em Publicidade e Propaganda pelas Faculdades Integradas de Bauru (FIB), Casado, trabalha como Profissional de Marketing B2B no segmento de engenharia mecânica, tem especializações em Design, Marketing Digital e eventos industriais. "Compartilhar o torna mais do que você é. Quanto mais você der para o mundo, mais a vida poderá retribuir." (Jim Rohn)
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